Com o avanço da tecnologia, as máquinas e sistemas estão se aproximando cada vez mais de como pensam e agem os humanos, e um bom exemplo disso é a semântica, onde a pessoa vai interagir com o sistema, obtendo assim, respostas mais exata.
Por exemplo, digitamos a palavra “Fórmula 1” no buscador sensebot que é semântico, e no Google, que não é, então teremos respostas bem distintas, pois enquanto o Google leva 10 segundos para te mostrar aproximadamente 21.100.000 resultados dos mais variados tipos, indo desde informações sobre acidente na data X, com o piloto Y até mesmo sobre o hotel fórmula 1, o sensebot de maneira mais limpa, te mostra alguns links, como por exemplo, Wikipédia, mas ao lado já tem uma breve descrição do que você encontrará no site em questão.
Além disso, por mais que a pesquisa seja exatamente igual, as respostas serão diferentes, pois o sistema interagindo com o usuário e filtrando exatamente o que ele quer, mostrará respostas diferentes, então se pra mim aparece a história da F1, pois esse é o meu interesse, para outra pessoa iria aparecer sobre o piloto que mais vezes foi campeão, pois era sobre isso que ela queria saber.
E isso é possível devido à mudança das palavras-chaves, pois se no sistema não semântico os resultados são geralmente as palavras e sites mais acessados, na semântica haveria mais relevância, gerando assim, respostas com palavras que até então não tinham sido digitadas por ninguém.
Claro que ai vem à dúvida, se esse sistema não induzirá as pessoas a pensarem da mesma maneira, mas, isso só o tempo dirá.
O que podemos dizer até então, é que a busca semântica tem seus diferenciais, pois seus buscadores tem finalidades específicas para cada um deles, como por exemplo, enquanto o sensebot se compara as buscas do Google, o yummly é voltado para a busca de receitas, e assim sucessivamente para cada um deles.


